Alexandre Bello, Subsea 7
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TW Services entrevista representante da Subsea 7 no KM Brasil 2007 TW Services entrevista representante da Subsea 7 no KM Brasil 2007  

Por Deborah Leite

A Subsea 7, empresa de engenharia submarina, enviou para o KM Brasil 2007 - evento promovido pela Associação Brasileira de Gestão do Conhecimento e realizado em São Paulo nos dias 28 a 30 de novembro - a convite da TW Services, o Knowledge Broker Alexandre Bello. Gentilmente, Bello concedeu uma entrevista à nossa equipe de reportagem. A participação de Alexandre, apresentando o case de Gestão do Conhecimento (GC) da Subsea 7, aconteceu no Tutorial de Eduardo Lapa, diretor de Inteligência Competitiva e Gestão do Conhecimento da TW Services. Leia abaixo a entrevista na íntegra.


A sua empresa já realizou algum projeto em Gestão do Conhecimento? Se sim, este projeto foi liderado por equipe interna ou foi contratada uma consultoria?
Alexandre Bello
- Sim. A empresa já tem um programa de Gestão do Conhecimento e uma carteira de atividades e práticas em GC. Toda a parte de processos, liderança do projeto e construção do programa foi desenvolvida internamente. Uma consultoria externa na parte de tecnológica foi contratada para desenvolver sistemas e preparar toda a parte de suporte tecnológico do programa de Gestão do Conhecimento.

O que gerou a necessidade da Gestão do Conhecimento na sua empresa?
Alexandre
 - Existem algumas coisas que fundamentam a Gestão do Conhecimento na empresa. Uma delas é a grande concorrência no setor de petróleo e gás, fazendo com que algumas pessoas saiam da empresa e novas entrem, ou seja, uma maneira de compartilhar o conhecimento com funcionários novos e antigos. Outro subsídio é que a empresa trata a questão de pesquisas e dados de tecnologias submarinas. Temos a necessidade de compartilhar entre os diversos escritórios da Subsea 7, espalhados pelo mundo, nossas técnicas submarinas em pesquisas com sondas e robôs automotivos submarinos. Além de existir a necessidade de compartilhar esse conhecimento técnico entre os outros escritórios.

Qual foi o foco do projeto? Quais foram os resultados obtidos após a implantação do projeto?
Alexandre
 - Existe foco em lição aprendida, padronização de processos, valorização de melhores práticas e um banco de especialistas, onde estes são os principais pilares da GC em termos de prática. Nós temos resultados quantitativos, com medições de acessos, consulta às comunidades, novas postagens de conhecimento, toda a parte de estatística. Também procuramos medir a parte qualitativa, ou seja, avaliar o que isso está trazendo de benefício para a organização. Procuramos também medir na reutilização de uma lição aprendida e o que ela gerou de benefício tangível.

Além desses, quais foram os projetos ligados a GC realizados em 2007 pela sua empresa?
Alexandre
 - Fora os projetos que mencionei anteriormente, existe uma prática de acelerar o conhecimento de novos empregados e fazer com que eles tenham contato com pesssoas experientes incentivando a discussão sobre temas que irão trabalhar no futuro.

Esse projeto tem nome?
Alexandre
 - Rodízio Técnico.

Sua empresa já tem Portal Corporativo?
Alexandre
 - Minha empresa tem uma intranet corporativa que funciona com Gestão de Conteúdo e todas as boas práticas de intranet. Além disso, está sendo implantando um novo projeto nessa área.

E isso vai ser feito com consultoria ou pela equipe interna?
Alexandre
 - Vai ter consultoria tecnológica, mais provavelmente será realizada por um escritório do exterior. Pois, projetos dessa magnetude são aprovados pela sede, na Escócia.

Os  projetos maiores são todos realizados pela matriz?
Alexandre
 - Geralmente, eles são discutidos e desenvolvidos com os escritórios da Subsea 7. Existe um grupo de projetos, de execução e patrocínio que estão espalhados pelos escritórios. Como a matriz fica fora do Brasil, normalmente é aprovado pelo presidente ou vice-presidente e projetos com escopo maior são aprovados na reunião executiva.

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